domingo, 5 de julho de 2015

A PRÁTICA DA MEDITAÇÃO - MEDITAR SEM MESTRE




Hoje acordei procurando respostas para algumas questões. Em minha meditação diária mentalizei sabedoria e entendimento, com a certeza que respostas viriam.
Ao terminar recebi uma ligação (sabe aquela resposta imediata para sua pergunta?) que me deu quase todas as respostas imediatamente.
Após esta ligação, sentei diante do computador e comecei a mexer. Na verdade não estava concentrada nada diante de mim. E sim mexendo por mexer, mas, pensando na ligação. 
Até que neste mexe, mexe, percebi que esta no blog do José Maria, um estudioso português que admiro muito e justamente na página que falava sobre a simplicidade da meditação.
Li, aprendi muito e resolvi compartilhar com vocês me aprendizado de hoje.

A PRÁTICA DA MEDITAÇÃO - MEDITAR SEM MESTRE




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A MEDITAÇÃO É A ÚNICA COISA QUE VALE A PENA 
SE É COM ELA QUE TERMINA O SOFRIMENTO PSICOLÓGICO


Este blogue tem como mero objectivo iniciar  o leitor na prática da meditação, do modo que consideramos mais correcto, menos dificultoso e condizente com os objectivos que aquela prossegue. 

São muitos os que recorrem nas livrarias a obras catalogadas como de auto-ajuda. A maioria apresenta-se de forma arrazoada ou extensa, por vezes verdadeiras fraudes conscientes ou inconscientes, por provirem de espíritos acossados de patologias psíquicas, inviabilizando a sua prática.
Programas rígidos, aceitação dogmática de asserções de mestres, cursos de comunicação com o além ou com Jesus, milagres de encomenda; tudo é possível a troco de dinheiro... Trágico!

Meditar não é cumprir um programa espiritual, não se compadece com retiros, não tem horas marcadas. Não é um procedimento racional que visa atingir uma verdade específica. É atenção global e constante de todas as ocasiões sejam elas quais forem.
Implica solidão, a libertação do conhecido, a extinção da dor, para que o novo, o Desconhecido surja, sem mestres ou orientadores que, tais cegos, pretendem conduzir outros cegos, que o são porquanto não querem ver.
As disciplinas meditacionais são torturantes e como todo o esforço para vir a ser, só produzem mais dor, mais intranquilidade, insatisfação e insegurança.
A actividade ascética, como modo de renúncia e supressão dos nossos instintos e desejos, austeridade forçada pela vontade, é perniciosa, destruindo o espírito, a beleza e o amor.

É pela meditação, pela observação pura e simples, que podemos descobrir o que está para além do pensamento, do espaço-tempo. É o único modo.
Para além de pressupor autoconhecimento, pressupõe também isenção de condicionamentos. A observação do pensamento, de todos os seus subtis movimentos e de tudo o que nos rodeia, sem comparação ou julgamento.
Não implica controlo, mas atenção, que não desvirtua a realidade do que é observado.

Os anos conduziram-nos por um trilho incerto. A cada passo nova direcção e a consciência de que não há caminho.
Isso faz com que da vida não requeiramos nada de especial.
Quero aniquilar o ciúme, o ódio, a agressividade, a impaciência, a inquietude, a inveja, o sentimento de posse, a ilusão, os múltiplos medos.
Quero esvaziar a minha alma de todo o seu conteúdo. Penetrar nas suas profundezas acedendo ao que nela está escondido.
Quero percepcionar a inconsistência dos anseios e apegos e libertar-me de todas as convicções, dogmas e experiências psicológicas passadas.
Quero ficar só, para que em paz e nessa solidão afectuosa possa olhar as estrelas, as nuvens que correm no céu azul, os rostos das crianças e das mulheres, os ribeiros e fontes da montanha, o mar extenso e revolto, os picos da serrania e o poente da minha existência. Quero ver a Realidade tal qual ela é.
Quero amar indiscriminadamente, de forma espontânea e gratuita.
Quero dizer Sim à Vida, apenas isso.
Sou eu que decido se quero ou não ser feliz. Ninguém tem o poder de me fazer feliz ou de o decidir por mim.
Assim, é legitimo terminar com o penar psicológico e com tudo o que não é Amor.

Estamos sós nessa caminhada para algures ou para lado nenhum.
Ser livre é caminhar sozinho, sem fórmulas nem mestres.

O único dom deste texto é a sua fragilidade e possibilidade de ser destruído quando para nada servir. O mesmo dom que tem uma flor, uma erva ou eu mesmo.




Necessitamos de Paz neste mundo bélico e maltratante.
Mas não é só a paz exterior, a que nos isenta de guerras, agressões, fome, ignorância, a dos prémios Nobel ou a apregoada por políticos falaciosos e amorais; é a interior, a própria, que é revolucionária no verdadeiro sentido do termo.
A paz normativa, a que é artificialmente imposta nunca permitirá o apaziguamento seja do que for. Tratados, convenções, desarmamento, aniquilação ou destruição de ditaduras e ditadores, derrube de regimes despóticos, em regra com finalidades que aproveitam aos sujeitos activos, irão gerar a substituição dos passivos por estes, mantendo-se inalterada a situação caótica e cruel de planeta habitado por ambiciosos predadores.
A Paz, manifestar-se-á com todo o seu encanto, beleza e generosidade, sempre que cada um de nós se transforme. Em cada mudança cooperaremos na alteração parcial do todo.
De que servem revoluções sem educação? Qual a utilidade de uma pedagogia da ambição, da corrida ao “ouro” e da sofreguidão de prestígio?
Qual a conveniência e interesse da imposição de regras que nem a paz social se permitem harmonizar?
      
A sociedade transformar-se-á quando cada um de nós se transformar, transformando-se a cada transformação, por ínfima que pareça. E a nossa transformação ocorrerá espontaneamente, quando nos limitarmos a ser o que efectivamente somos, sendo apenas aquilo que somos e tendo plena consciência desse facto.

A mesma consciência deveremos reter de que a impermanência é tudo o que temos.
Na vida impera o acaso.
Precisamos entender o facto de que a segurança não existe e viver com isso, não de forma patológica, mas entusiasmada e livre.
Autoconhecimento e sentimento de impermanência são os nossos primeiros passos.


Meditar é ver, ouvir, sentir, cheirar, saborear as coisas como elas são. Meditar é atenção global, não é concentração, fruto de exercícios mentais obnubiladores e de práticas torturantes.
Ouço o canto dos pássaros, o vento na vegetação, a água corrente, os que me falam, vejo as nuvens no céu, o despontar do Sol, o brilho das pedras humedecidas pelo orvalho da manhã, os rostos dos camponeses. Observo os meus pensamentos e toda a minha consciência descendo até aos mais recônditos e obscuros lugares. Saboreio os frutos e demais alimentos, inalo os mais variados aromas.
Sentir o vento, a chuva e o sol no rosto e nas espáduas, no seio da natureza sem o alvoroço do raciocínio é meditação.
Tudo de uma vez só, de forma total, como a própria vida.
Com esta atenção vigilante, que é sensibilidade à existência, o pensamento silencia-se.

Quando meditamos, a ausência da sucessão de pensamentos libera uma imensa energia explosiva e criadora porque não está alicerçada no passado.
As forças do Universo concentram-se no silêncio quando o pensamento cessa. Uma existência sem causalidade ou propósito, identificando-se com a do próprio Cosmos.
É pela meditação, pela observação pura e simples, que podemos descobrir o que está para além do pensamento, do espaço-tempo. É o único modo.
A razão só tem tornado complexo o que é simples ao amontoar século a século teorias e doutrinas contraditórias e paradoxais.

Se de instante a instante nos estamos a conhecer, observando-nos, surge a sensibilidade, nasce a bondade, sem que tenham importância os erros e culpas do passado. No instante presente não há lugar para o passado, sob pena daquele ser destruído na sua essência. Na observação da mente é fundamental que o passado deixe de existir.
      
Observar o sofrimento, o medo, ou qualquer problema é fazer cessar o pensamento. Quando o pensamento cessa, o “eu” desaparece, deixamos de existir e nesse estado magnífico sem sofrimento passa a existir a Verdade, a Beleza e o Amor.
Só na presença do “eu” há ódio, inveja, ciúme, medo e desejo.
É o pensamento que cria o “eu”. Sem pensamento não há pensador.

Onde houver sofrimento não está a Verdade, a Paz, a Beleza e o Amor.
E apenas a Meditação pode fazer findar o sofrimento.

E meditar é apenas:

Observar o pensamento e o seu movimento, numa vigilância passiva, e tudo o que nos rodeia, sem comparar ou interpretar, em atitude de constante aperfeiçoamento dos sentidos.
“Ser”, sem nada buscar, intensamente, com paixão.



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Necessitamos de observar o pensamento, e de autoconhecimento, que não é aprendizagem. A introspecção, que é análise realizada pelo próprio indivíduo relativamente ao conteúdo da sua consciência, é perniciosa por separar o observador do observado.
Autoconhecimento é caminho para um homem só, com as experiências em si vivenciadas. De nada nos servem as interpretações e teorizações alheias acerca do medo, do amor, do padecimento psicológico. É observação, e esta exclui juízos valorativos ou explicativos.
A meditação começa com o autoconhecimento. Temos de observar todos os nossos pensamentos, emoções, sentimentos. Esta vigilância levará ao silêncio. Neste, o inconsciente projecta sugestões, carências, o que conduz ao conhecimento do indivíduo na sua integralidade.
      
O pensamento tem a sua essência. A essência do pensamento é a ausência dele mesmo, é um não pensar.
Pela observação do pensamento fazemo-lo cessar, e como o pensamento é tempo, este também cessa.
Só na extinção do tempo surge a inocência, o novo. A essência da eternidade é a negação do tempo.
A observação da actividade mental tem de ser imediata, sem dependência espácio-temporal, para que a destruição de tudo o que nos atormenta seja instantânea.

Observação na perspectiva do autoconhecimento implica uma vigilância constante de toda a actividade mental e psicológica perceptível.
É aparentemente difícil “observar” o pensamento e o que nos rodeia. Parecemos estar mais interessados em manter os conflitos, a ilusão e os condicionamentos.
Os problemas têm de ser resolvidos instantaneamente. Perceber um problema é vê-lo em toda a sua extensão sem que o pensamento interfira. Resolvê-lo é dar-lhe atenção imediata. Os mecanismos de defesa psicológica adoptados pelo homem só podem ser destruídos pelo autoconhecimento
Quer a fantasia, quer a imaginação deturpam e inviabilizam a percepção límpida das coisas, que só é possível com a quietude do cérebro. Na ficção há uma representação mental divorciada da realidade.
Estamos condicionados pelas nossas crenças protectoras, ideias, hábitos, anseios, apegos e medos, pelo que necessitamos de um espírito crítico, que é o que está livre de condicionamentos e contradições internas, que é independente e solitário.

Há o conhecimento que não é fruto do pensamento e dos seus múltiplos mecanismos, que brota da pura observação e do deslumbre por esta gerado.

Quando observamos o pensamento e o seu movimento, numa vigilância passiva, sem condenar, justificar, interpretar, sem fugir dele, recalcando-o ou sublimando-o, este tende a parar.
E nesse estado de escuta passiva, se observamos o que nos rodeia, sem a sua contaminação, transcendemos os limites temporais e espaciais, porque só existe o instante, o “agora”.



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Para além da observação precisamos de entender o movimento do pensamento; compreender a sucessão de pensamentos, levar esse entendimento até às suas origens.
Compreender o movimento do pensamento é mergulhar nas profundezas da mente, aniquilando naturalmente os mecanismos de defesa que o impedem. É a mente que se penetra a si mesma.
Há os momentos dedicados ao trabalho e ao estudo, que exigem concentração. De qualquer modo, na medida do possível, devemos estar psicologicamente vigilantes – ao pensamento e ao seu movimento.
Se compreendemos quem somos, levando esta investigação às últimas consequências, despontará a sabedoria e quem sabe o amor, que é sensibilidade e paixão por tudo e por nada.
      
A auto-observação continuada tem de atingir a consciência em todos os seus recantos, permitindo a livre expansão do material inconsciente, possível pela quietude que ocorre quando o pensamento cessa – pela sua própria observação.
O autoconhecimento leva ao apaziguamento da mente, uma paz sem motivo. Quanto mais quieta, mais se manifestam as camadas profundas da consciência, levando à compreensão total do nosso ser.

Para dissiparmos os estados negativos temos de os escutar atentamente no seu todo, sem esforço ou repressão.
Se no instante em que nos encolerizamos, tornamos agressivos, invejosos ou egoístas, percepcionamos o facto de forma total, instantânea e imediata, sem quaisquer reservas, numa mera constatação não valorativa, tais estados dissipam-se, são destruídos.
Por seu turno, ouvir o sofrimento é levá-lo às últimas consequências, deixar que se manifeste na sua totalidade, não cerceando o seu movimento mental próprio, as questões e conclusões a que conduz.

Destruir os condicionamentos não é recalcá-los, sublimá-los, compensá-los. A destruição pressupõe entendimento. Entendimento que decorre da observação contínua e desinteressada, que não emite juízos de valor, comparativos, que se limita à auscultação do que é, levando sem esforço à mudança.



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Se nos libertarmos do pensamento, libertamo-nos de tudo o que nos relativiza, que nos condiciona. E a libertação do pensamento passa pela sua vigilância passiva, momento a momento.
O cérebro necessita de estar sensível. A sua visão não pode de modo algum distorcer a realidade. Se sensível, e com uma vigilância não-interpretativa, ou seja, passiva, observa com clareza e acuidade o mundo interior e exterior.
      
Observando o que somos, não há querer ser e em consequência, não há contenda interior.
A constante vigilância dos nossos pensamentos, estados de ânimo, emoções, sentimentos, é uma forma de apaziguar a mente.
      
Também não podemos terminar com os desejos sem mais, reprimindo-os. Só a escuta passiva os pode fazer cessar.
Há que os escutar e compreender. Vê-los nascer, crescer, sem que os procuremos dominar ou reprimir.
O apego, por sua vez, é desejo firmado ou consolidado.
A família e os bens materiais que possuímos, as crenças e a nossa vida, são os mais perigosos e insistentes apegos.
Purificar o espírito de apegos e aversões conduz à Paz.

Quando há atenção, não há “eu”, nem o outro, não há observador e objecto observado, porque o pensamento se dissipa. Atenção não é concentração, esforço dirigido, que é em regra conflito.
Observamos um milhafre na sua caçada implacável, o voo gracioso de uma ave, o olhar terno de uma criança, a passagem de um comboio na gare, um deslumbrante pôr-do-sol e ficamos apenas com o facto. Compreendemos o que se está a passar imediatamente. Não há pensamento, mas compreendemos. O cérebro está tranquilo, sem tagarelar, pleno de energia e entende sem pensar.
O mesmo se passa com qualquer problema. O entendimento é libertador.

Vou no comboio. Estou atento às sensações corporais, à conversa dos passageiros ao meu lado e ao rumor da fala dos mais afastados, ao ruído das rodas que deslizam nos carris, ao deslocamento do vento. Vejo as hortas, as árvores, os túneis, as casas, as pessoas e seu afã, a névoa que abraça os vales, os animais que pastam. Estou sensível aos balanços e impressões que corporalmente me causam, à alteração dos sons, ao apito, aos múltiplos verdes e ocres, às nuvens escuras no céu, às gotas de chuva na janela. Observo as expressões dos outros viajantes e os meus pensamentos quando surgem.
Que quietude advém de tudo isto.
E quanto maior a atenção, maior a quietude.



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Para além dos momentos que exigem concentração – e são muitos – há que estar vigilante ao que se passa em nós e a tudo o que nos rodeia, em especial à natureza. Estar atento aos pensamentos, às nuvens no céu, às estrelas, aos reflexos do sol nas águas, à montanha, aos rios e regatos, tarefa que se impõe para sempre.
Nesta atitude não há tempo ou oportunidade para prantearmos o passado, que é a origem do que hoje somos. Devemos falecer para a sua lembrança.
Nesta atitude há que negar a sociedade actual porquanto inviabilizadora do pleno acesso à realidade, em virtude de se estruturar no prazer, na ambição e na inveja.

Quando não há “eu”, a realidade é o que é: verdade, beleza, paixão e amor. Quando não somos isto ou aquilo, somos todas as coisas.
Quando se vive na realidade, há paz, não há conflito. O “ser” é o que é, e nessa simples existência não germina a litigância.

Estar atento é estar com o que é, compreendendo a realidade sempre nova, sem recurso ao pensamento. Ver a realidade não depende do tempo; o acto de ver existe apenas no presente.
A atenção diverge da concentração. Nesta, evita-se ou não há dispersão. Contrariamente, a atenção tudo engloba, mesmo a distracção.
Na atenção não há tempo, mas um estado de acção altamente sensível na sua intemporalidade.

Se vivemos na “realidade”, então viceja a paz por contraposição aos conflitos gerados pela ilusão e pela fantasia. Nestas, não há tempo para o eterno agora, mas antes para um passado falecido e um futuro inexistente. O “eterno agora” não é vivenciado como o que passa, mas como algo que é desde sempre e o será no porvir.
Quando o pensamento termina, entramos em contacto com a morte psicológica sendo a visão daí resultante renascimento e eternidade, podendo então a mente penetrar num mundo que em muito a excede. Inexistindo pensamento, não há tormento, não há medo ou aflição. Observar o sofrimento, o medo ou qualquer problema é fazê-lo cessar, como consequência da cessação do pensamento.



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Quando formulamos juízos enunciamos o que deve ou não ser, quando o que é, é um facto indesmentível e irredutível a qualquer visão limitadora. Sem comparar ou interpretar a observação é inocente e límpida. Ela exclui juízos valorativos ou explicativos, qualquer tipo de escolha.
Se interpretamos um facto este deixa de o ser para se constituir como uma nova realidade.
Olhar as coisas recorrendo mentalmente a comparações, inviabiliza a contemplação.

A observação é pura percepção e exclui qualquer tipo de raciocínio, análise ou dedução lógica. Exclui a “visão” que se estrutura num sistema filosófico, numa crença, em experiências passadas, pressupondo liberdade e inocência, morte e renascimento, bem como acção imediata.
Ver não é formar juízos ou opiniões, analisar, imaginar ou interpretar; ver é observar sem que se recorra ao pensamento destruidor, é galgar as barreiras do espaço-tempo de um modo espontâneo e instantâneo, que nunca se reitera para que o novel possa florir e frutificar em cada momento.
Quando morremos para o passado, começamos sempre de novo, imaculadamente.



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O constante aperfeiçoamento dos sentidos é pressuposto do desenvolvimento da vigilância do cérebro.
Quando não há pensamento e os sentidos estão plenamente actuantes, há beleza, cuja essência íntima não admite contraste.

Precisamos de desenvolver os nossos sentidos. A audição e o tacto como se fossemos cegos, a visão como surdos, o olfacto, o paladar.
Têm de ser desenvolvidos no seu conjunto, como um todo, para poderem penetrar em profundidade o mundo interior e exterior.

Não há métodos ou regras para tal. O desenvolvimento é fruto de uma contínua e cuidada observação e prática.

Sem excitação, melancolia, entusiasmo, numa indiferença contemplativa que não é apatia, os sentidos cumprem rigorosamente a sua função.
Se os sentidos estão plenamente actuantes e o cérebro atingiu a quietude pela consciência de si próprio, a observação é clara e límpida; não deturpa ou distorce a realidade.
Quando se observa instantânea e apaixonadamente, o espaço-tempo entra em derrocada.
      
Em suma, precisamos de um cérebro lúcido, vivo. Para isso concorre a observação com o concomitante desenvolvimento dos sentidos, a percepção não interpretativa do desespero, da angústia, do desejo, do sofrimento.



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Basta-nos ser; ser sem mais.
A mudança que se pretende pressupõe esforço. O esforço é contenda e a contenda padecimento.
Todo o esforço para se ser algo diferente daquilo que se é tem de terminar de forma natural e espontânea, o que ocorre quando se vive no presente e se nega a fantasia e a imaginação.
Ser-se o que se é, não querer ser, é a base da mudança que surge espontaneamente.
O sofrimento é causado pela actividade mental.
Aquilo que é, não é fonte de prazer ou de dor.

É fundamental morrer para o passado. Há os traumas, os recalcamentos, as sublimações, os complexos de inferioridade, os sentimentos de culpa. Há que os escutar sem desesperar até que se desvaneçam ou esmoreçam.
Quando morremos para o conteúdo da memória, para o passado, para os nossos pensamentos, em suma, para o “eu”, somos introduzidos na criação e na renovação, no mistério da morte.
Se de instante a instante morremos para os acontecimentos quotidianos, para o ódio, o ciúme, e outros estados negativos, para o prazer e para o sofrimento, para os problemas que nos afligem, para o que contemplamos, estaremos em contacto directo com a morte.
Com a cessação do pensamento há purificação, alegria, inocência. A morte do velho traz o júbilo do inesperado. Para além da morte está o sempre novo.

Na observação pura e simples do que é, não há lugar para a ambição, para o vir a ser.
O desejo tem a avidez de não se deixar saciar.

A essência do ser é o não-ser, a morte, que por sua vez também é a essência da vida.



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É bom viver sem mais. Não querer nada, não querer ser nada.Ser, sem nada buscar.

“Que difícil ser próprio e não ver senão o visível.”

Nesta sociedade tudo se faz visando um resultado, uma recompensa. Busca-se o sucesso, o prestígio e aniquila-se a compaixão. Ninguém está indiferente às experiências que titula ou de que é objecto. Ninguém entende que a inexistência de posse, seja ela daquilo que for, objecto, pessoa, crença ou ideia, é uma condição especial.

Aspirar à repetição de vivências aprazíveis e voluptuosas é fazer germinar o sofrimento psicológico.
Exigimos constantemente novas experiências, novos prazeres ou a repetição dos passados. Estamos insatisfeitos com a vida que levamos e queremos sempre melhorá-la qualitativa e quantitativamente, ao que alimentamos e desenvolvemos um grande número de anseios. E nessa procura desenfreada de gozo, nesse estar no futuro com expectativas de melhoria, passamos ao seu lado.

Quando agimos na mira de um resultado, de um prémio, da aprovação, do lucro, do prestígio, estamos a estimular o conflito. A própria fantasia também o gera. Sempre que somos algo e desejamos ser outrem ou queremos esforçadamente modificar uma parte do nosso ser, ele nasce.
A criação só existe na liberdade integral, quando se está livre de tudo, até da própria busca dessa liberdade.

Da luta travada pelo ser para vir a ser, da contradição íntima, nasce invariavelmente um problema, que é um desperdício de vitalidade.
Da mortificação para atingir Deus, o Absoluto, a Verdade, nada frutifica. Se o buscares não o encontrarás, se implorares não o acharás. Ele é liberdade absoluta que se manifesta no não condicionamento, na ampla abertura de espírito daquele que apenas é e nada procura ou quer vir a ser. Jorra gratuita e espontaneamente nos pobres em espírito.

O pensamento criou as religiões, os livros sagrados, deus. Este não pode ser buscado nem encontrado.
O Absoluto prescinde do limitado e só nos atingirá quando nos libertarmos das teias do espaço-tempo, que apenas se torna possível com a cessação do pensamento e consequente aniquilação do “eu”.



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Ser, intensamente e com paixão, é experimentar a essência das coisas.
A paixão pressupõe uma mente quieta, atenta e sensível, vigorosamente sensível a tudo o que a rodeia.
É sensibilidade e intensa afeição que não se apega nem tem qualquer motivação particular. É amor que dispensa a reciprocidade.

A beleza está no que é. Na realidade a que não necessitamos de adicionar ou subtrair seja o que for para a tornar mais bela ou menos feia.

Paixão e amor caminham de mãos dadas, ausentes do pensamento.
A acção praticada com amor, gratuitamente, sem outra determinação que não a sua realização, tem uma energia tal, que nos permite e quase impõe a sua conversão numa lei universal.
Só ama quem é livre.
Por isso, o Amor é forte como a Morte.
A morte psicológica é uma experiência fantástica. E o renascer algo de mais fantástico ainda.
Para viver é necessário morrer. No renascer está a paixão, o amor.

A felicidade só existe quando não pensamos nisso. Há uma verdadeira desventura no desejo de ser feliz.
“No dia em que se sentir feliz sem nenhuma razão aparente, no dia em que sentir prazer em tudo e em nada saberá que encontrou a terra da alegria interminável, chamada Reino.”

Uma mente sensível, apaixonada, é a que sendo livre não está condicionada por qualquer objectivo ou finalidade.




Quando a “alma” já não escolhe entregando-se incondicionalmente à vida, quando a sua visão da Realidade é límpida, quando já nada pede e recusa, unificando-se com o Todo, então talvez o Reino dos Céus que está dentro de nós, escondido no nosso interior, se exteriorize tornando-nos Um com o Sem-Nome.




Créditos:
José Maria Alves


Saúde, paz, amor e muito prazer para você.
Bjs

domingo, 22 de março de 2015

VideoDica - Água Solarizada, para ter saúde, disposição e bem estar.

Estou usando esta água a alguns dias, estou amando os resultados.

São surpreendentes. Por isto decidi compartilhar com você estes benefícios que estou experimentando.

Não deixe de experimentar.

Estou pesquisando e em breve postarei mais detalhes da água solarizada.

Saúde e paz

Namaste

Renata Ricarte

VideoDica - Água Solarizada, para ter saúde, disposição e bem estar.





Estou usando a água solarizada a alguns dias e os benefícios são enormes!

Saúde e paz

Namaste


domingo, 1 de junho de 2014

PARAÍSO E INFERNO



Bom dia amigo!!!
Esta semana me pediram para descrever o que seria para mim paraíso e inferno.
A resposta foi bem objetiva.
"Paraíso são todos os seus pensamentos e atitudes positivas que se manifestam em sua vida e inferno são todos os seus pensamentos negativos e atitudes negativas que se manifestam em sua vida"
Verdade!!!!
Ou seja, é você quem determina quando sua vida será um PARAÍSO ou  um INFERNO.
Devemos sempre lembrar que nossa vida é o resultado do que pensamos e acreditamos. Nada mais.
Se quer mudar algo em sua vida primeiro mude sua forma de pensar a vida e tudo mudará a sua volta.
Como diz a velha frase "É impossível obter algo diferente fazendo sempre as mesmas coisas" ou acrecento um pouco mais.
"É impossível obter algo diferente fazendo e pensando sempre as mesma coisas"
Saúde, paz, alegria e muito amor para você.

sábado, 17 de maio de 2014

A FELICIDADE ESTA AQUI




Existe um velho jargão que diz "A felicidade esta nas pequenas coisas" mas, nós com todas as cobranças que a sociedade nos impõe estamos sempre em busca de uma melhor condição financeira.
Porque se adquirimos algo logo em seguida já desejamos outra coisa maior ou melhor e aí começa tudo de novo. Buscas, lutas, tempo comprometido, etc.
Existe a turma do "Só fala isto porque tem tudo". Estes, por hoje, vamos deixar pra lá. kkk
Conheci uma pessoa que diz o seguinte "Nunca sabemos tudo que queremos, pois, o que queremos muda sempre que alcançamos algo almejado, mas, devemos ter certeza do que não queremos"
Por este motivo tenho a certeza que, mesmo com tantas buscas e desafios não quero ser triste. E é a certeza deste não querer que nos leva a certeza que precisamos tirar um momento de nossa vida para simplesmente viver a felicidade.
Ser feliz em tempo integral, (vai aparecer aquele que diz que isto é fácil falar) - sim é fácil falar, e, viver a felicidade!
Para que isto aconteça o primeiro passo é deixar de olhar somente o que deu errado e o que não conquistamos ainda e começar a agradecer pelo que deu certo e pelo que se mantem em nossa vida.
Para muitos a saúde, o trabalho, a família, o alimento, os amigos, etc. são coisas comuns, que nem percebem ou agradecem. Só vão perceber a importância de cada um quando perder.
Quando eu falo agradecer, eu digo agradecer meeeeesmo! Agradecer de corpo e alma.
Quanto mais agradecemos mais motivos temos para agradecer.
Outra coisa para ser feliz em tempo integral é viver o momento, não adianta estarmos entre amigos e com a cabeça no amanha, a mesma coisa é nas outras situações da vida.Devemos viver cada momento no agora, o amanhã ainda não chegou.
Existe coisa melhor que rir, rir muuuuito, rir dos amigos, das mancadas que damos, de coisas bobas do dia-a-dia?
E para isto não precisa de muita coisa, nem muito dinheiro.
Tem pessoa que reclama de tudo e cria barreiras para tudo.
"Ahhh não saio com os amigos porque a grana esta pouca!" Se não der para comer muito e beber uma bebida cara, peça um suco ou um "refri" e coma em casa antes de sair assim você não vai precisar comer na rua, enrola a noite com o suco ou o "refri" e se diverte demais.
Outro exemplo: " Ahhh, quase não saio porque não tenho carro" Vá de carona, de ônibus, de moto boy ou a pé. kkk Esta ultima opção ainda te beneficia com o exercício. Queima calorias e libera endorfina que é o hormônio do prazer.kk
"Ahhhhh" Para, para, para tudo!!!!!
Já sei gosta de ser coitado!!!!
São as pessoas que tem sempre uma justificativa para reclamar da vida, para seu mau humor e para ser o "ooooooo coitado" (como dizia a Filô kkkk).
Se você é assim, tudo bem, temos o livre arbítrio para escolhermos o que queremos, mas, contente-se com sua vida sempre mais ou menos. Desculpe a sinceridade. Mas só você pode te tirar desta vida de reclamações, dor, amargura e cheia de momentos ruins e triste.
Agora se você não é assim, conhece alguém assim, já tentou ajudar e ele continua sempre reclamando e sendo o coitado. "Coooooorrrra" desta pessoa, mas, corra mesmo porque isto é contagioso.
Beijooooosssss
Saúde, paz, amor e muitas FELICIDADES para você amigo leitor.

sábado, 3 de maio de 2014

1º PASSO PARA TER UM BOM RELACIONAMENTO



Conversando com uma pessoa que se tornou muito importante para mim, reafirmei o que sempre acreditei e acredito. Que vale a pena sim!!!  Acreditar que, existem pessoas com boas intenções, bom coração, que se importam com  o outro e querem seu bem.Se não acreditarmos nisto, não vale a pena permanecermos vivos e buscando a realização.
E quando digo pessoas, digo homens e mulheres!!
Porque, na correria do dia-a-dia, com tantas obrigações e responsabilidades. Com o grande índice de violência que vemos por aí, com tantas pessoas dando golpes em busca de dinheiro e vida fácil.
Com tantas pessoas perdidas em si, que, buscam a felicidade e a realização no outro, por isto, precisam trair, enganar, humilhar e desfazer. Mas, fazem isto porque só tem isto para oferecer, nada mais. São pessoas vazias, que acreditam que a felicidade está no carro do ano, no corpo bonito, na roupa de grife, na turma grande e superficial, nas mais de 100 curtidas das redes sociais, ...
Coitadas!!! E não entendem porque vivem carregadas de tristeza, de ódio, de um vazio sem fim que as invadem.
A resposta é simples, o que é externo acaba, permanece o que cultivamos e desenvolvemos em nosso interior.
Nós, seres humanos temos uma grande facilidade de enxergar o que é ruim, porque isto nos faz bem.
Sim!!! Nós faz bem!!!
Não se assuste com esta afirmação!! kk Vou explicar!! kk
Quando vemos o lado ruim das pessoas e das situação, inconscientemente estamos usando um mecanismo de auto afirmação, pois, se o outro é tão ruim eu não sou. Com isto da uma sensação de que sou melhor.
Ou, também usamos o apontar as coisas ruins da pessoas como mecanismo de defesa, pois, se ele se aproxima e eu percebo que ele não é uma boa pessoas, então, não vou nem perder o tempo tentando.
"É melhor ficar sozinha" isto é uma boa justificativa...
Nos mulheres também temos mania de repetir aquela velha frase "Todos os homens são iguais"
São?!!!!
Então:
Eles não tem sentimentos?
Eles não sentem carência nem solidão?
Eles não gostam de um carinho?
Não gosta de cuidados?
Não gostam de ter alguém que os amem?
Não gostam de saber que tem alguém com que podem contar?
São simples máquinas do sexo feitas de carne, nada mais.
Se queremos ter um bom relacionamento. Um relacionamento feliz, onde ha amor, cumplicidade, confiança, carinho, atenção, proteção, cuidados e ...
A primeira coisa que precisamos fazer e nos relacionar com seres humanos.
Se quer que isto aconteça, esta na hora de se livrar deste mecanismos e jargões e acreditar que, o que diferencia um homem de nós mulheres e simplesmente o formato do corpo, um membro externo que eles possuiem (que aliás, nos proporciona momentos incríveis kkk)  e sua forma de se expressar. Pois, eles vão direto ao ponto e nós mulheres damos voltas e voltas e voltas para chegarmos ao mesmo ponto.
Mas tudo isto é construído e acertado quando os dois querem.
Que pessoas perdidas existem nos dois universos, tanto masculino como feminino.
E que principalmente vamos atrair pessoas afins e não o oposto como se diz por aí.
Pois, tudo que apontamos no outro são o que inconscientemente não queremos reconhecer em nós.
Acredite em você, na sua capacidade de ser feliz, de conquistar alguém feliz e de merecer esta felicidade.
Este é o primeiro passo para um relacionamento feliz.
Saúde, paz, amor e muito prazer para você sempre amiga leitora.


segunda-feira, 21 de abril de 2014

10 DICAS PARA TRANSFORMAR O BANHO EM UM MOMENTO DE PRAZER E ENERGIZAÇÃO

O banho nosso de cada dia, muitas vezes passa desapercebido.
Ele se torna em uma rotina mecânica. É tão mecânico que entramos, tomamos nosso banho e saímos sem ao menos sentir o cheiro de nosso sabonete.
A momentos que estamos correndo tanto que até pensamos em pular esta tarefa do dia. kkkk
Nosso banho pode ser nosso maior aliado.
Ele pode e deve ser nosso maior aliado em favor do nosso bem estar.
Vou dar algumas dicas de como transformar este momento, em um momento de conhecimento do próprio corpo e de renovação energética.

1) Procure reservar no mínimo 20 minutos do seu dia para este momento: Este momento é só seu, procure escolher um horário em que você não seja interrompida. Um momento onde você possa estar só você e você.

2) Prepare o ambiente: Leve para o banheiro tudo que for precisar para este momento, coloque algum arranjo de flores, miniaturas ou algo que te traga bons sentimentos.

3) Perfume o ambiente: Para isto use um difusor, uma vela aromática ou um spray bem cheiroso. Existem algumas fragrâncias que são ótima para relaxar e estimular os bons sentimentos, como: Lavanda, alecrim, capim limão, laranja, manga com maracujá, etc. Procure sempre uma fragrância que te provoque um bem estar.

4) Apague a luz: Deixe o ambiente a meia luz ou sem luz nenhuma, assim você irá trabalhar a sua percepção e aguçar seu sentidos.

5) Deixe a água cair primeiro em sua nuca: ao entrar embaixo do chuveiro, feche os olhos e deixe a água cair em sua nuca. Sinta a sensação gostosa que ela provoca em todo seu corpo. feche os olhos e imagine que esta embaixo de um cachoeira e que naquele momento não só seu corpo esta sendo lavado. Mas, também sua alma. Que neste momento todo pensamento negativo, todo o peso de seu dia, todas as preocupações e todas as enfermidades  estão levados pela água. Sinta seu corpo mais leve, sua energias se renovando.

6) Se toque: aproveite este momento para se tocar, para conhecer melhor suas curvas e suas áreas erógenas. toque todo o seu corpo com delicadeza. Comece pelo rosto, sinta seu lábios, seus olhos o contorno de sua face. Depois ao pouco vá descendo pelo pescoço tronco, membros. ao chegar em suas partes intimas toque sua vagina, sinta textura, o volume, as sensações. Toque seu clitóris com suavidade, continue tocando em movimentos circulares, agora alternando a pressão entre movimentos. Sinta todas as sensações. Caso chegue ao orgasmo deixe vir sem pressa e sem receios.

7) Passe o sabonete e sinta o perfume: Ao se ensaboar continue de olhos fechados e sinta o aroma. Imagine que você esta se perfumando para um momento muito especial, que algo de muito especial irá acontecer após este banho de prazer.

8) Use uma toalha macia: Ao se enxugar usa uma toalha bem felpuda e macia. ainda de olhos fechados sinta o carinho, o aconchego e o quanto é merecedora deste momento.

9) Hidrate-se: Continue o ritual do toque ao se hidratar, sinta como o bom se agradar e o quanto você merece este momento só seu.

10) Vista-se e espalhe alegria e bem estar a todos que estão a sua volta.

Lendo este texto você pode imaginar que será necessário muito tempo para realizar este momento. Mas 20 minutos é o suficiente e a recompensa deste momento vai durar um dia todo.
Experimente tenho certeza que você e todos que estão a sua volta vão adorar e se beneficiar muito.

Saúde, paz amor e muito prazer para você

Renata Ricarte